What?

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Interrogatif

Aujourd'hui je suis très content.
Pourquoi je rencontre vous.
Le portugais est plus Nelson pour parler.

Tout les temps
Je suis très nu
Pourquoi je ne trouvais pas ça mot.
Que parle pour tout les choses que j'ai pense.

Puis je continuer à rechercher.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Liberdade

Liberdade,
você representa liberdade.
Minha liberdade.
De respirar, sentir.
De ser o que sou.
Não fingir.
Talvez por não esperar muito de mim,
você acabe recebendo o melhor que tenho a oferecer.
Sua babaquice não reflete metade da tolice,
que vejo pelos becos e esquinas.
Reais, virtuais.
Uma verdadeira aberração.
Tantas cabeças vazias.
E tudo o que quero,
é conversar com você.
Não disse que você era especial, nem a melhor coisa.
Você é tão inútil quanto eu nesse mundo máquina.
Quero seu abraço mesmo que eu nunca peça.
Não quero pedir.
Quero ter:
Liberdade.

Poema II 402017

Escreveria numa carta se preciso fosse.
Não seria tão ordenada.
Diria em frases soltas o que penso.
Estou aqui, sei que não posso ter você.
Gosto das boas lembranças.
Preciso de você aqui comigo, sendo meu.
Estou disposta a ser sua, em qualquer circunstância.
Você não está e sinto muito por isso.
Por tudo aquilo que não disse, os beijos que não dei.
Os abraços que fugi.
Queria poder parar o tempo.
Queria aprender novas formas de ser.
Agora é tarde e eu só posso me ater ao que ficou.
Agora retorno para o vazio que meu mundo é.
Retorno para o efêmero, para as conversas que não quero ouvir.
Para as risadas que não quero dar.
Nada disso faz sentido.

Poema 402017

Se eu pudesse, tornaria castigo eterno pensar em você.
As prosas e trovas não são o suficiente
Sufoco e troco as palavras de repente

Eu não sinto amor, sei disso
De tão convicto pareço omisso
Assim escolho meu compromisso
Sôfrego sinto sem artifício

Perderia sem medo um ano de vida
Cada vez somado por sua estadia
Tão irrisória que é minha sina
Aceito pássaro: as suas sementes.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sonhos de uma noite musical.

Em transe, transa.
Transamos.
Trançamos a vida, por um momento.
E se acabou.
E você ficou aqui.
Na minha cabeça, nos meus pensamentos.
No movimento.
Fluxo lento. Cinzento.
Está tudo bem agora.
Muito obrigada.
Até mais.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Pequeno ensaio sobre a solidão

Eu tenho mentido para as pessoas e principalmente mentido para mim mesma. Eu não tenho me sentido muito bem mas não consigo explicar qual motivo tem favorecido tais sentimentos. Sinto como se estivesse numa solitária. Talvez, mesmo sem de fato estar presa em tais circunstâncias, começo de fato a compreender como é o sentimento do isolamento. Nós seres humanos precisamos de outros da espécie para conseguirmos seguir em frente. Essa é a única razão que nos move, caso contrário, não haveriam humanos.

Não fiz essa opção por mal, apenas dá menos trabalho agir assim, as conversas fluem e posso conversar sobre temas que tenho interesse com este ou aquele indivíduo. Esse texto poderia soar um tanto quanto melancólico mas o fato que tenho percebido é que a nossa sociedade tem nos deixado cada vez mais doentes. Antes fossem causas naturais. Adoecemos mais rápido por questões psicológicas.

Às vezes tenho a impressão de que não tenho sentimentos. Que sou tão vazia por dentro que nunca serei capaz de compreender o que é a compaixão, o amor, o carinho verdadeiro, o afeto. Quanto mais o tempo passa, mais percebo que não há muito o que ser dito nessas questões. Apenas sei que eu não posso falar daquilo que não sinto. Tenho a dignidade de finalizar situações em que me vejo afrontada por um sentimento que não faço ideia de como retribuir da maneira mais adequada. Eu gostaria de poder saber o que é o amor que tanto falam.

Sempre penso em demasia. Acredito que pensar demais por vezes me privo sem perceber da própria vida. Talvez porque eu saiba que determinados comportamentos não trazem satisfação, só iludem uma frustração mal resolvida.