What?

domingo, 29 de junho de 2014

Antropologia, Francês, distrações.

Hell yeah! Finalmente descobri uma coisinha que... peraí. Uma coisinha não. A coisinha. A coisa pela qual sempre me interessei e me dei conta outro dia desses de que essa área me interessa bastante. Até mais do que tecnologia talvez. Antropologia. Melhor do que ficar nas suposições, poderei finalmente compreender melhor e ajeitar minhas conclusões com uma maior ênfase.

Peraí? Eu disse uma certa feita para mim mesma que eu não gostava de Francês para aprender, etc, etc. Ainda bem que sou uma metamorfose. Me dei conta de que o Inglês, pelo qual prezo, oriunda do Francês. Daí, um dia desses, peguei um artigo em Francês e pensei comigo mesma: "Lembre-se, é Inglês, é Inglês..." e deu certo! Percebi que tenho uma facilidade em conseguir interpretar os idiomas. Atualmente decidi ler o pequeno príncipe. Percebi também que os franceses são mais sentimentalistas em seus textos e os ingleses são mais técnicos, hehe.

Estou pensando em tantas coisas ao mesmo tempo que estou distraída. Preciso de um lugar tranquilo e silencioso para escrever. Acredito que a srta. madrugada talvez me proporcione isso. Estou cheia de ideias também! Vou colocar no papel para dar uma folga para minha cabeça. Creio que seja esse o motivo da distração vigente.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Não há título que descreva os sonhos que tenho

Eu amo o nada
Aquela imensidão de
não sei o que
É isso o que amo
Essa imensidão de sorrisos tristes
Porque não sabe o que
Pode esperar do mundo
Na verdade, porque vem um
monte de nada por aí.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

quatro 06 dois mil e 14

Não consegue parar de pensar
Parece doença
No entanto se pensa pois
É um estado contínuo até a cura.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Com os meus botões...

Se não querem viver com o que sou, por que então se aproximam? Se não gostam do que sou, assumam. Se gostou tanto que se assustou, é normal. Depois de um tempo dá para se assustar menos.

Me cansa saber que criam uma imagem caricata de mim. Idealizam demais. E devo avisar prontamente. Irei quebrar todas expectativas. A não ser quando não estou com saco para conversar.

Parem de achar que sou um anjo só por conta dos meus cachinhos dourados. E se vocês derem uma olhada no anjo Gabriel de Constantine, poderão verificar que anjos não são bons. Anjos são neutros.

Não dou asas pra essa figura mitológica que vocês insistem em construir ao meu respeito.

É como diria aquela velha hitória das projeções. Projetamos no outro a figura que queremos e não buscamos entender as coisas de modo racional e como realmente o são. É mais fácil e mais conveniente. F, S.

domingo, 1 de junho de 2014

Antes não soubesse

As pessoas se colocam numa situação tremendamente previsível. Eu por não conseguir me encaixar nesse termo não me sinto deslocada. Pelo contrário, fico me perguntando o que se pode fazer quando se é assim. Preciso encontrar um rumo? Que rumo é este de que todos falam se no fim das contas é a morte que abraça a todos?

Observo o mundo que se constrói à minha volta todos os dias. Nos últimos tempos devo dizer que a construção estagnou e as novidades são fracas e pouco notadas. As tristezas são as mesmas. O conformismo então nem se fala. Apesar da efervescência interna, o máximo que se escuta são "porras" e "misérias" vãs.

Não vejo um futuro próspero para este mundo, não enquanto o ser humano não mudar. Isso vai demandar eras. Talvez seja necessário que todos vivam uma grande miséria para se darem conta de que dependem do meio para viver. Porque enquanto continuam a sorvê-lo desgraçadamente e isto não o atinge, não se importam  de verdade.

Não faço ideia até onde essa sociopatia global irá se extender. Talvez no futuro as pessoas nem saberão o que é o amor. Assim, os sentimentos irão ser levados por um grande mar de conteúdos que invadem as mentes tecnológicas e tão destruídas antes de seu apogeu.

O mundo poderia ter mais indíviduos brilhantes mas não entendo porque fazem questão de agir dessa maneira tão estúpida. Parece que o poder gera demência. Quando usado para se obter mais poder, perde-se o ser humano.

É, todos os serem humanos são dentro de si aquela figura divina. Cria e destrói. Abraça e desce a porrada. É verdade, somos bons e maus. Mas é terrível que o mundo se construa numa máscara das máscaras.

É tão cansativo viver nesse mundo inventado. Estou mais do que exausta. E todo meio de alternância que vejo cai num mar vazio e inexpressivo. Afinal, do que se trata a discussão atual? Pense um pouco sobre as pautas exploradas atualmente. Busque a coerência.

Eu sei do que se trata, mas, com certeza demandaria mais palavras. E não quero formar nenhum pensamento ainda. Preciso observar um pouco mais. Gostaria que as pessoas saíssem dessa condição robótica.