What?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Deixei.

Uns pensam em casar. 
Outros em ter filhos sem casamento. 
Outros pensam em namoro estável.
Alguns em encontros casuais.
Ou simplesmente beijos sem outro bis.

Eu nunca quis me casar.
Até sonhei com uma relação duradoura.
Deixei de utopia.
Caí na real.

A realidade não é tão ruim.
Depende da perspectiva.
Tem sido inovador imaginar.
No entanto estou dando tempo.

Eu nunca quis ter filhos.
Até sonhei com uma criança minha certa feita.
Deixei de sonhar.
Acordei.

Minha liberdade.
Aprecio.
Vivo.
Frio, de outono.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Uma barreira de amor

No entanto, eis que surge muralhas maiores, 
me impedindo de enxergar mais adiante. 
É tanto preenchimento que estou transbordando. 
Na verdade devo estar sufocando. 
Mergulhei e encontrei um respiradouro a tempo.
Confuso saber que ainda penso.
E penso...
penso...
penso...
logo, estou vivo.

domingo, 21 de abril de 2013

Anseios

Atrevo-me a dizer o que penso mais uma vez. 
Anseios explícitos. 
Anseios conscientes. 
Anseios inconscientes.  
Ser humano, máquina de anseios. Destes anseios, oriunda o que chamo de amor, vontade, necessidade, carência, compaixão, ódio, terror, tristeza. Este vem de nosso ser interior e se externa. É isso o que somos. Anseios. Reprimidos, retaliados, por hora conformados, determinados, ansiosos, aflitos, medrosos. E no entanto, o que fazer com tantos? Por hora justos e por hora insanos? Permita sentir-se ao máximo pois, ninguém poderá senti-los por você. Você e somente você, será capaz de dar a sua vida o que ela precisa. Caso contrário, morreríamos todos juntos e o mundo não mais existiria.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Aventura.

Faz bem pro coração.
O ser ao aventurar-se em pleno presente,
esquece o futuro.
Vive.
O passado faz parte de suas lembranças.
Li sobre o futuro e o passado e sobre estar, 
preso entre eles.
Não creio que seja assim.
O agora é o que importa.
O amanhã, já não sei.
O ontem, eu já sei.
E a partir do antes,
faço meu agora.
Aventura é viver o agora.
Viva seu agora.
Deguste, saboreie!
Aprecie
v e n t u r a.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Concentração, meu ser, controle?

Outra dúvida se instala. E qual seria esta? Ora pois! Qual concentração escolher afinal? Eis uma lista de 7 onde 4 já foram. 3 não restam. 3 são os caminhos. 3 são as opções. Seja por qual for, estarei satisfeita. Não irei determinar do "melhor" para o "pior", não existe isso aqui. Todas as áreas são favoráveis e me agradam. Confesso que dos três, dois são minha preferência maior. Ainda sim, não é o fim do mundo.

Estou melhor em alguns aspectos. Outros nem tanto. Não que a estranha apatia tenha retornado. A vida pequena e pouca que tenho está passando. O ponteiro não desliga. É o sinal que está chamando. Apatia. Cansaço. Sono. Tédio nem tanto. Sem ideias para jogar num papel por aí. Parei de desenvolver um pouco as ideias atuais. Preguiça? Não. Apenas a inércia aparente. Meu cérebro esquenta, ferve um pouco. Ebulição.

A vida é simples, eu já sei disso. O que eu estou embolando desta vez? Outrora eu soubesse e assim tudo voltaria ao normal. Coisas simples que deveriam ser executadas e simples mente não ocorreu. Não havia necessidade para tanto, afinal, já havia ocorrido situações piores. Sono. Eu quero controlar o que não posso? Ordenar o caos? Não. Talvez a possibilidade de querer organizar meu caos, esteja provocando o desgaste simbiótico?

Onde afinal caminha esta altura
A sanidade à beira da loucura?
Em busca de êxtase natural,
só encontra poeira e buzina.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Silêncio.

Silêncio do caos urbano.
Talvez seja essa necessidade.
Saudade de jogar.
Caminhar.
Sentir o teu carinho.
Silêncio.

terça-feira, 2 de abril de 2013

E?

Eu sou tudo, eu sou nada. O que sou afinal? 
Eu sou tudo, eu sou nada. O que sou afinal? 
Eu sou tudo, eu sou nada. O que sou afinal? 
O que eu deveria ser? O que eu vou ser? 
O que eu seria? Como ser?
Eu sou assim? Eu seria assim?
E se sou, como saber?
E como dizer?
E como?
E?