What?

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Bip's

E meu cérebro já estava cansando novamente. Pesaroso em tédio. Bip. Ele desperta para viver de mais um dia que se arrastava pesaroso. A noite anterior foi muito bacana. Com músicas nunca mais tocadas já fazia certa feita. E mesmo que cansada e com sono, as músicas serviram de bálsamo para acalentar o corpo para entrar em estado de repouso. Bip. Acordar foi inevitável. Levantei e fiz tudo conforme o esperado. Talvez não em reações, porque hoje eu não estava aqui. Esperar. Esperei o dia inteiro. No frio com aquela fina garoa que iniciava, só eu estava. Bip. Ela chegou, não tão diferente, nem tão igual quanto antes. Eu ainda estava em transe. Ainda não acordei, preciso dormir.

sábado, 28 de julho de 2012

Marcus Chan, um amigo de sonhos reais.


Isa -  Conte-me um pouco da sua história. Como tudo começou? Quando fez seu primeiro rabisco?

Marcus Barbosa - Opa, boa noite, Isa. Fico feliz em ser entrevistado para o teu blog. Bom, tudo começou há uns 16 anos atrás, mais ou menos... Quando comecei à rabiscar. Tinha uns 2 anos, na época. Foi daí que saiu meu primeiro desenho: um Volkswagen Santana, da primeira geração. Já nessa idade, o meu gosto por carros foi despertado. E foi então que, quando aprendi à ler, aos 3, eu comecei à colecionar revistas de carro, como presentes do meu pai. Além das revistas nacionais, recebia revistas de várias nacionalidades, onde se despertou também o meu interesse por idiomas. Das revistas para os desenhos de carros, foi um tapa.

Isa - Sobre a cultura oriental, de onde surgiu esta apreciação?


MB - Olha... Foi através do Jackie Chan.
Como sempre me interessei pela vida artística, me via fascinado nas cenas de ação, na maneira como eram filmadas, no trabalho dos dublês, na Cultura bem explorado, no diferencial do cinema asiático em paralelo ao fadado norte americano. Foi então que em 2004, aos 10,comecei à treinar com amigos, em 2010, formei uma equipe de ação. Foi através do Jackie Chan também que aprendi outros idiomas, assistindo seus filmes, como o inglês, o chinês (facilidade em pronúncia e escrita), espanhol e por aí vai.
(Off: Isa - Show! :)
Marcus - Espero não ter escrito demais. rs.
Isa - Que nada, entrevista é pra isso ué.
Marcus - rsrsrsrs.)


Isa -  E foi nessa época que você pensou em criar uma equipe de dublês?


MB - Sim. Usar a arte marcial, as lutas apenas na arte. Violência artística, se é que posso colocar assim, rsrs. Fora da arte, jamais. E é claro, o trabalho pesado dos dublês. Mas, durante esse período, passei por diversas crises. Eu sempre corri atrás dessas coisas, e, talvez pelo meu jeito, as pessoas se afastavam de mim, e, por várias vezes fui taxado como louco ou idiota. E até hoje sofro com o abandono de vários "membros", pois, essas coisas são tomadas como infantis e eles não podem sujar a reputação deles com as garotas. Até entendo o lado deles.

Em breve, atualizarei.

Confira o trabalho dele aqui:
Desenhos

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Boom! - Final

Estou de jejum de porra nenhuma

Minha boca não quer mais, meus pés não querem caminhar
se não for ao seu encontro
Toda aventura que um dia tanto quis, até como minha vida se foi,
estou muito agoniada.
 R I A
A                              Minha boca não quer
M                             mais falar o que vem
O                             do meu pensamento,
R                              ela está de greve.

Quer, não quer                                              Minha mente está de
quis, não quis                                                 greve de mim.
faz, não faz                                                    Todo o meu consciente
para, não para                                               foi e aí o que tenho por
                                                                                                              sobra
Tento, não tento                                            está sendo devorado pelo
ser, não sendo                                               corpo totalmente mórbido
vai, não volta                                                 [e] cansado.

Vá chorar pra sua mãe!                     Antes nunca
Se ela morreu foda-se!                      do que tarde
Sua existência basta.                          se for pra morrer
Pare de buscar por dores                   que seja pra ontem
seu mimadinho imbecil!                      antes de Maias, d.C e
                                                         Egito e Grécia
                                                         coliseu e gladiar
                                                                Parou! Parei!
                                                                nada para, nem você.

Boom! - Parte 2

É tudo tão desgraçado
Dilacerei toda aquela fera
Que se mostrou vil
perante minha angústia.

Sou um ser outrora
amargurado, pelas inconsistências da vida
infeliz, pela mísera vida de merda
tudo, porque me encontro
nada, quando encontro um maldito fio que sobrou.

Sou um ser outrora
feliz, apenas quando tenho a ti perto de mim
alegre, quando os outros abrasam tua ausência
sóbrio, por motivos casuais
em coma, de um constante pesar

Este coma me leva,
me come, me rói,
me amordaça, me emudece,
me entristece, me enlouquece.

Só tenho planos
para coisas móveis
mutáveis dignas
de repar-ação.

Boom! - Parte 1



Boom! Estourou uma bomba aqui fora. Boom!
Uma válvula explodiu aqui dentro.
Na verdade, mais outra de tantas
Provável que seja uma meta-mor-fose.

Mil formas, estou destruída
Fui exposta em tantas linhas
Que meu coração sentiu pesar
Boom! Outra válvula se partiu.

Hoje a natureza me mostrou
ela mostrou minha dor, que eu não queria sentir
Ela tão comovida, marejou sobre mim
Em resposta a reverenciei com meu silêncio.

Em meio ao cinza-mar
de céu e água
Vi o reflexo do que podia ser uma
faceta de mim

E já era um corpo
para manobrar  numas feias vestes
Experiência de quase morte
em plena vida.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

M

Dois mundos
se encontram vez ou
outra e eles
renovam e aquecem
esfriam e retornam
não dois mundos distintos
ma[i]s dois mundos mudados.

Gerador

Amar é doar-se
isso pode gerar dor
gerador gerador de
soluções não há
o que há apenas
é o se deixar.

Presente

Chega e faça-se presente.
Presente, tempo atual,
o tempo do agora
 outrora passado 
outrora prévio futuro.
Aquilo que é ofertado sem custo ao receptor.



quinta-feira, 5 de julho de 2012

...liberdade sempre? 01#

Esse é um tema que tanto adoro.

Temos aqui neste país, a dita liberdade de expressão, o que nem é levado a sério quando protestamos, nossas palavras são levadas pelo vento. Temos liberdade para ir aonde quisermos ainda sim delimitado pelas fronteiras criadas por homens. Então seríamos nós livres? Eu acredito que até certo ponto. Junto com a liberdade podemos fazer tudo o que quisermos. A liberdade nos traz experiência e autonomia. Quando você é autônomo, dificilmente sentirá falta de alguém pra fazer o que gosta.

Não sendo preso a nada, pode explorar todo o mundo na busca pelo que deseja.

Isso será benéfico e feliz para ti. Para isso precisa saber se queres isso. Queres? Então não há muito a ser dito a não ser: Voe! Sê livre para ir onde bem queiras. Viva paixões, faça amigos, explore todas as fronteiras possíveis e impossíveis.

Sobre o amor? O que você quer?

Queres paixões arrebatadoras que hão de tirar teu fôlego? Então não se sinta na obrigação de encontrar tudo isto em uma só pessoa. Isso não exclui a possibilidade de encontrares alguém que te faça vivo por longos anos, uma única pessoa com quem possa explorar e compartilhar disso tudo, então, és felizardo.

Só para que não aguardes por muito tempo, sem delongas, eis aqui o início deste texto que serão em diversas partes
 para você, 
Querida Leitora.

Grata por sua participação,
Isa.